ESG: você conhece essa sigla?

Pessoa abraçando árvore com um coração desenhado

A sigla ESG tem se destacado no mercado nos últimos anos. O termo carrega critérios que sintetizam a conduta das empresas em áreas que cada vez mais investidores estão considerando: ambiental, social e de governança (environmental, social and governance, em inglês). Esses critérios têm grande impacto na maneira como as empresas são vistas. Os valores têm sido amplamente valorizados por todo o mercado e clientes. Saiba mais sobre esse conceito.

Sustentabilidade é o futuro

Antes de entendermos os impactos que o movimento ESG tem causado no mercado global, é preciso dar alguns passos para trás e analisar como o constante uso excessivo e desequilibrado de nossos recursos naturais ligou o alerta de grande parte da população nos últimos anos.

A superexploração dos recursos que nosso meio ambiente oferece tem causado um enorme déficit no planeta terra. Segundo o World Wide Found for Nature (WWF) — Fundo Mundial para a Natureza — se mantivermos esse ritmo de uso, os níveis de qualidade de vida começarão a diminuir por volta de 2030. Ainda de acordo com a ONG, são consumidos 20% a mais de recursos em relação à quantidade regenerada, e esse percentual não para de crescer.

Esse dado pode ser observado em outro estudo, calculado pela organização internacional Global Footprint Network (GFN) e que se dá o nome de Dia da Sobrecarga da Terra. Nesse estudo, é feita uma análise minuciosa sobre como cada nação consome, explora e repõe seus recursos naturais, a fim de descobrir qual dia, no prazo de um ano corrido, o país em questão atingirá o limite do uso sustentável de recursos naturais, gerando uma média entre os que utilizam mais e os que utilizam menos. Os resultados são espantosos.

Em 2019, por exemplo, se toda a população mundial vivesse como o Brasil, nosso planeta atingiria seu limite no dia 31 de julho. Já se seguíssemos o consumo do Catar, nação conhecida por sua arquitetura e estilo de vida ostensivos, esgotaríamos a cota anual de exploração no dia primeiro de fevereiro. Isso mesmo, atingiríamos o limite em menos de 40 dias.

Os dados preocupantes não param por aí. Ainda segundo a GFN, se desconsiderarmos o ano atípico de 2020 — o limite foi atingido no dia 22 de agosto — , onde a pandemia do novo coronavírus impôs o isolamento social e aliviou o uso excessivo dos recursos naturais, o Dia da Sobrecarga da Terra acontece cada vez mais cedo. Em 2018, a data limite foi primeiro de agosto. Em 1971, o primeiro ano de sobreconsumo global, foi em 21 de dezembro. Assustador, não é mesmo?!

Vista tamanha necessidade de um freio nesse modo de exploração e consumo, investidores, mercado e clientes começaram a seguir novas condutas para medir suas práticas de negócios e ações. Desse movimento surgiu o conceito ESG, que analisa os aspectos ambientais, sociais e de governança de cada agente. Vamos conhecê-lo melhor!

A sigla que pode mudar o mundo

Preocupação com critérios de sustentabilidade e não apenas com o lucro. Esse pensamento é, sem dúvidas, a pedra fundamental de quem pratica o Environmental, Social and Governance.

Aderir o conceito ESG (Ambiental, Social e Governança, em português) representa uma verdadeira mudança de paradigmas nas relações entre as empresas, seus investidores e clientes. Se antes as práticas sustentáveis eram encaradas como algo “obrigatório” na construção de imagem de marca, agora, pensar em sustentabilidade faz parte da estratégia financeira de cada uma dessas empresas.

O ESG é utilizado como bússola na prospecção e construção de novos negócios e parcerias. Utilizando-o como métrica, o agente pode avaliar e entender quais os impactos sociais, ambientais e corporativos tal projeto causará ao ser lançado ou criado. A mudança é tão significativa que alguns acionistas das principais bolsas de valores do mundo fazem questão que as empresas em que vão investir pratiquem o ESG. A prática ainda possibilita a mitigação de riscos e gera valor a longo prazo.

Para se ter uma ideia de como a mentalidade está mudando, Larry Fink, presidente da BlackRock — maior gestora de investimentos do mundo, com cerca de R$ 36,5 trilhões em ativos financeiros — anunciou em sua carteira anual de mercado que deixaria de investir em setores intensivos em carbono, como a indústria de carvão, realocando esses recursos para segmentos mais sustentáveis.

Percebem o pensamento “menos lucro e mais sustentabilidade”?

Poderoso, mas não tão simples de ser aplicado

O conceito de ESG é de fato muito potente e capaz de grandes transformações em nossas relações corporativas e sociais. Contudo, aplicá-lo nesse dia a dia é justamente o maior desafio.

Para que ele funcione, é primordial que adotemos um novo hábito: o consumo consciente — ou consumo responsável.

Esse hábito, que consiste em alguns princípios, como planejamento de compras, avaliação dos impactos de consumo, consumir apenas o necessário, produzir menos lixo, entre outros, é um dos pontos mais buscados — principalmente por clientes — quando o conceito de ESG é vem à tona.

A grande questão é: consumir de forma sustentável não condiz nem um pouco com a maneira que consumimos nossos produtos atualmente. Pelo menos não ainda. Esse é o grande desafio.

Mãos unidas segurando uma muda de planta, em alusão ao conceito ESG
A união entre mercado, investidores e consumidores adeptos ao ESG pode mudar a maneira como fazemos negócio.

Para exemplificar essa relação entre empresas, sustentabilidade e consumo consciente, imagine uma marca de roupas que se diz adepta ao conceito de ESG.

Ela só o aplicará de fato caso tenha sustentabilidade em três aspectos: fabricação, mão de obra e preço. De nada adianta ter uma produção sustentável — na maioria das vezes, orgânica — mas cobrar preços altíssimos para consumo e ter colaboradores trabalhando em ambientes insustentáveis e zonas francas que não são fiscalizadas.

Para se enquadrar, é preciso pensar em tudo e no todo!

Focus e o conceito ESG

Somos uma empresa que utiliza o desenvolvimento sustentável para gerar energia para a vida. Considerar aspectos ambientais, sociais e de governança está presente em nosso DNA através de uma visão diferenciada de mercado.

Promovemos inovação e tecnologia sempre respeitando nosso meio ambiente e buscando, incessantemente, sustentabilidade para todos os nossos clientes.

Atuamos no mercado livre de energia com consumidores, geradores e comercializadoras na estruturação de negócios sustentáveis de curto, médio e longo prazo.

Em geração de energia, nossas CGHs, espalhadas pelo Brasil, levam mais de 3,5 MW em energia limpa, acessível e sustentável.

Assessoramos com análises individualizadas, informações de mercado, gestão de garantias e relacionamento e atendimento sob medidas para que todos os nossos clientes atinjam seus objetivos.

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Focus, energia para a vida!

 

 

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