A geração de energia elétrica por meio das CGHs

Investir em geração de energia elétrica através de Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGHs) traz inúmeros benefícios sociais, ambientais, econômicos e de segurança de abastecimento. Entenda!

As hidrelétricas no Brasil

Antes de entendermos o que são as CGHs e o tamanho de sua importância para o mercado de energia nacional, é interessante analisarmos o cenário hidrográfico do Brasil como um todo.

A hidrografia do Brasil é o conjunto que engloba as bacias hidrográficas, Oceano Atlântico, os rios, lagos, lagoas, arquipélagos, golfos, baías, cataratas, usinas hidrelétricas, barragens, entre outros. De acordo com os órgãos governamentais, existem no Brasil doze grandes bacias hidrográficas, sendo que sete têm o nome de seus rios principais: Amazonas, Paraná, Tocantins, São Francisco, Parnaíba, Paraguai e Uruguai; as outras são agrupamentos de vários rios, não tendo um rio principal como eixo, por isso, são chamadas de bacias agrupadas. Ou seja, o Brasil é um país abundante em termos fluviais, o que o torna um potente gerador de energia através dos fluxos das massas de água.

Atualmente, no Brasil, as centrais geradoras de energia mais importantes são as hídricas. De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), existem em nosso território três tipos de usinas hidrelétricas:

  • Centrais Geradoras Hidrelétricas – CGHs: com até 5 MW de potência instalada;
  • Pequenas Centrais Hidrelétricas – PCHs: entre 5,1 MW e 50 MW de potência instalada;
  • Usina Hidrelétrica de Energia – UHEs: com mais de 50 MW de potência instalada.

As CGHs

As Centrais Geradoras Hidrelétricas são pequenas usinas que utilizam a força e a pressão das massas de água para gerar energia elétrica e são capazes de fornecer energia e abastecer cerca de 10 mil residências. Por conta de seu porte pequeno e da citada capacidade, são perfeitas no abastecimento de pequenas comunidades, levando não só energia elétrica, mas também desenvolvimento local.

Como funcionam

Para que uma CGH funcione, é preciso construir uma barragem para garantir a operação da tomada de água do rio. Essa água captada é conduzida por meio de tubulações e causa uma pressão no rotor da turbina que gira em torno do eixo. Esse movimento é o grande responsável por transformar a energia mecânica em elétrica. Após esse processo, a água que gerou essa operação retorna ao rio, completando o ciclo da geração de energia elétrica.

O Brasil conta com 732 unidades de CGHs em operação instaladas em todo seu território, que representam 808.665,67 kilowatts (kW) de potência instalada.

Seus benefícios e por que investir

A geração de energia elétrica por meio das CGHs possui inúmeros benefícios sociais, econômicos, ambientais e de segurança de abastecimento. Além de serem a forma mais efetiva de reduzir as tarifas de conta de luz dos consumidores e a alternativa menos poluente entre toda a cadeia de geração, elas também são benéficas porque:

  • São fontes limpas e renováveis que causam poucos danos ambientais;
  • Diminuem a emissão dos gases de efeito estufa na atmosfera, uma vez que os combustíveis fósseis são substituídos por outras fontes que agridem menos o meio ambiente;
  • Construção mais rápida, o que gera menos impacto no cotidiano e na vida dos moradores locais;
  • A geração de energia pode ser descentralizada. Logo, não há gastos elevados com as linhas de transmissão de energia;
  • A construção também gera empregos e desenvolvimento econômico na região em que for implementada;
  • O processo de investimento em uma CGHs é menos burocrático — usinas com menor capacidade podem ser dispensadas de concessões, permissões ou autorizações regulatórias;
  • O custo de investimento é consideravelmente baixo, garantindo energia renovável e um retorno financeiro praticamente instantâneo.

Vale destacar também que a energia gerada pelas CGHs é a mais limpa entre as outras fontes renováveis (Solar, Eólica, etc.).

Hidrelétrica responsável pela geração de energia elétrica. Ao fundo, grande área de vegetação.
Centrais Geradoras Hidrelétricas são opções altamente benéficas para geração de energia elétrica no Brasil.

Atenção ao impacto ambiental

A constante demanda por energia e a busca por fontes de geração renováveis e “limpas” está em pauta há um bom tempo em todo o mundo. Hoje, não basta encontrarmos a solução mais barata. É preciso que essa solução seja benéfica ao meio ambiente também. Por isso, as hidrelétricas de menor porte (CGHs e PCHs) surgem como atraentes alternativas para tal.

As Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGHs) e as Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) são peças importantes quando falamos de redução de impactos ambientais causados por grandes empreendimentos no Brasil porque, entre outras coisas, protegem as margens dos rios contra erosões e o uso múltiplo das águas para irrigação, piscicultura, lazer e abastecimento para o município.

Contudo, é importante que quando um empreendimento desses for planejado e construído, passe pelo crivo de uma análise de engenharia ambiental, para garantir que nenhum bioma seja afetado e também que o processo de reflorestamento — caso haja necessidade — seja feito corretamente.

É imprescindível ressaltar que a dispensa de concessão, permissão ou autorização está relacionada apenas com a exploração de serviços e instalações de energia elétrica e aproveitamento energético dos cursos de água, no caso da CGH, incluindo os trâmites da Agência Reguladora (ANEEL) e não com os procedimentos para obtenção das Licenças e/ou Autorizações Ambientais junto ao Órgão Ambiental Competente.

CGHs x PCHs

Vimos anteriormente que as hidrelétricas de pequeno porte estão catalogadas em duas categorias: Centrais Geradoras Hidrelétricas e Pequenas Centrais Hidrelétricas. Mas, afinal, qual a diferença entre elas?

Basicamente, o fator determinante para essa diferenciação é a potência que cada uma delas pode injetar na rede. As CGHs são menores tanto em tamanho quanto em potência instalada. Já as PCHs são usinas hidrelétricas de tamanho e potência relativamente reduzidos em relação às grandes usinas (UHEs). A grande diferença entre elas se dá no impacto ambiental de cada uma. Enquanto uma UHE pode causar danos ao meio ambiente em questão, as PCHs são menos invasivas, impactantes e ainda fortalecem parte do bioma.

A diferença, então, está no tamanho e na quantidade de energia que determinado local precisa gerar. Ambas (CGHs e PCHs) seguem praticamente os mesmos padrões de construção e de baixo impacto ambiental.

Centrais Geradoras Hidrelétricas Focus

Localizadas nas cidades de Barbacena e Camanducaia, ambas em Minas Gerais, nossas CGHs, Centrais de Geração Hidrelétricas, são novas opções de aquisição de energia no mercado livre de energia e Geração Distribuída. A estratégia da Focus é a expansão deste portfólio, com o intuito de realizar um abastecimento de qualidade e seguindo todas as diretrizes de segurança e sustentabilidade.

Focus, energia para vida.

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